No dia 8 de agosto, o Auditório Simón Bolívar foi tomado por um som que aquele espaço nunca tinha ouvido. O Red Bull Symphonic, formato que já passou por Estados Unidos, Argentina e África do Sul com nomes como Metro Boomin, Asake e Trueno, estreou no Brasil com MC Hariel à frente de uma orquestra de 56 músicos. A Levi’s®️ entrou nessa história como parceira oficial de moda da edição, vestindo o maestro e toda a orquestra.
A ideia não era colocar uma orquestra tradicional para tocar funk. O maestro Xuxa Levy construiu do zero a chamada Orquestra de Fluxo, com violinos, violas, violoncelos, contrabaixo, harpa, piano, sopros, metais, percussão, coro e DJ, pensada a partir da linguagem do funk paulista, e não o contrário. Com direção musical de Nave Beatz e direção criativa de Drica Lara, a apresentação foi dividida em seis atos que percorreram a trajetória de Hariel e a própria história do funk de São Paulo, com participações de MC Don Juan, Neguinho do Kaxeta, Tasha & Tracie, MC Menor da VG, MC Ktrine e SUBMUNDO 808.
O denim entrou em cena antes mesmo do primeiro acorde. A Levi’s®️ recebeu os convidados na entrada com um tapete de jeans e um túnel de jeans para os convidados fotografarem, e no palco vestiu o maestro e os músicos com peças Blue Tab e camisas western customizadas. A construção do denim, com sua lavagem, sua costura e seu caimento, ganhou uma leitura diferente quando repetida por dezenas de pessoas em cena ao mesmo tempo, sob a luz do espetáculo e no movimento real de quem toca.
Essa proximidade entre denim e música não começou agora. Desde os anos 1950, o jeans acompanha as cenas que usaram roupa como forma de expressão, do rock ao punk, do hip-hop ao funk, sempre absorvendo o desgaste e a personalidade de quem veste. O que ficou daquela noite é a ideia de que uma peça pode atravessar contextos completamente diferentes sem precisar se explicar, e continuar fazendo sentido em todos eles.